Nêmesis (mais ou menos) ressuscitada

Um estudo publicado recentemente por um físico teórico da Universidade da Califórnia e um astrônomo do Instituto Max Planck aponta para a conclusão de que praticamente todas as estrelas são ao menos binárias nos momentos iniciais de sua formação. Depois, algumas perdem suas companheiras iniciais e outras, não. Leia a notícia publicada no Universe Today aqui.

Se o estudo estiver correto, provavelmente o Sol teve uma irmã gêmea em sua infância, perdida desde então. Como o artigo lembra, isso é vagamente reminiscente da velha ideia de que o Sol deve ter uma companheira estelar, convenientemente chamada de Nêmesis. A ideia não vingou mas tem seu charme.

Por que o estudo é importante? Porque, entre outras coisas, a ideia de um Sol resultando de uma formação de um sistema inicial binário pode ter repercussões sobre as teorias de formação do sistema solar, que geralmente não levam em consideração essa possibilidade.

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